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	<title>Arquivos #tdah - MedicineMe</title>
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	<description>Ensinando Medicina de uma forma fácil e rápida!</description>
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		<title>Notas importantes sobre o TDAH!</title>
		<link>https://medicineme.com.br/notas-sobre-tdah/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[medicineme]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Nov 2022 22:50:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>• A primeira descrição do TDAH (Transtorno de déficit de atenção com hiperatividade) no DSM foi em sua segunda edição (reação hipercinética da infância); já quando examinamos o DSM-5, ele é considerado uma condição do neurodesenvolvimento. É um transtorno prevalente e incapacitante, comumente comórbido a outros transtornos psiquiátricos. • Diagnóstico: DSM-5: &#60; 17 anos + [&#8230;]</p>
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<p>• A primeira descrição do TDAH (Transtorno de déficit de atenção com hiperatividade) no DSM foi em sua segunda edição (reação hipercinética da infância); já quando examinamos o DSM-5, ele é considerado uma condição do neurodesenvolvimento. É um transtorno prevalente e incapacitante, comumente comórbido a outros transtornos psiquiátricos.<br><br>• Diagnóstico: DSM-5: &lt; 17 anos + pelo menos 6 sintomas em inatenção ou hiperatividade e impulsividade / &gt; 17 anos: + pelo menos 5 sintomas.<br>Idade de início dos sintomas &lt; 12 anos. • Utilizando a CID-11: não estabelece precisamente idade de início, duração ou número de sintomas. Estudos longitudinais sugerem a possibilidade de pelo menos 4 trajetórias: início precoce (3-5 anos), início na infância (6-14 anos) com curso persistente, início na infância com estabilização na adolescência e início tardio (&gt; 16 anos).<br><br> Epidemiologia:<br>Hoje questiona-se a respeito da doença: seria ela “nada mais do que um produto cultural da sociedade competitiva&#8221;? Seria ela um produto da indústria farmacêutica?<br>Meta-análises mostram que há 5,29% de prevalência global da doença. Esse número costuma ser estável ao redor do mundo. 15% dos pacientes persistem com diagnóstico após a adolescência e 40-60% remitem parcialmente.<br>O tratamento hoje preconizado “ataca” em diversas dimensões &#8211; psicoeducação (diminuição de acidentes e abuso de substância), aprendizado, suporte acadêmico/escolar, intervenção sintomática, práticas parentais e tratamento de transtornos associados.<br>Os guidelines sugerem o uso de psicoestimulantes para o melhor controle dos sintomas. Entretanto, em casos leves, recomendam inicialmente psicoeducação e controle comportamental.<br><br>• Medicação: existe indubitável eficiência a curto prazo!</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Psicoestimulantes: primeira linha &#8211; metilfenidato bloqueia transportadores pré-sinápticos de dopamina e norepinefrina, aumentando a transmissão de catecolaminas; anfetamina tem ação adicional de aumentar o efluxo de dopamina na fenda pré-sináptica.<br>Meta-análises diversas evidenciaram a eficácia das intervenções (maior para a anfetamina).<br>Principais efeitos colaterais: diminuição do apetite, insônia, boca seca, náusea. Efeitos no crescimento de tratamentos a longo prazo (1-3cm de altura adulta, aumento de peso e IMC). Atenuar com “drug holidays&#8221;, ou seja, utilizar apenas quando foco e atenção forem necessários..</li>



<li>Não psicoestimulantes: menor resposta, reservado para pacientes que não respondem ou não toleram. Atomoxetina (inibidor do transportador de norepinefrina, mais eficaz em adultos), guanfacina e clonidina (alfa-2-agonistas). Podem servir como adjuvante para resposta inadequada ou agressão/insônia/tique comorbidos.</li>
</ol>



<p>E aí, quais as suas dúvidas sobre o TDAH?</p>



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